Já há algum tempo que sinto vontade de, depois de duas tentativas fracassadas, voltar a ter um blog para expor algumas ideias. Há mais tempo ainda que sinto vontade de voltar a escrever. Escrever sempre foi uma das minhas paixões. Já perdi a conta de quantas histórias começei a escrever com a pretensão de torná-las em um livro e, devido as correrias da vida, fui obrigada a interrompê-las. Minha gaveta está cheia de histórias e poemas esquecidos. E agora, diante do predomínio do meu lado prático fruto de anos de estudos e da engenharia, confesso que uma parte de mim sente que foi posta de lado. Meio esquecida. Meio perdida. Sinto uma falta.
Esse blog é para expor meus pensamentos sobre variados temas: situações do dia-a-dia, atualidades, poesia... Sim, poesia. Quero através da escrita tentar resgatar esse meu lado perdido e enferrujado que ainda faz parte de mim.
E para encerrar esse post introdutório, quero deixar aqui alguns trechos da maravilhosa Clarice que sempre soube me entender tão bem:
"Sou como você me vê.
Posso ser leve como uma brisa ou forte como uma ventania,
Depende de quando e como você me vê passar".
"E se me achar esquisita,
Respeite também.
Até eu fui obrigada a me respeitar".
"Acho que devemos fazer coisa proibida - senão sufocamos.
Mas sem sentimento de culpa e sim como aviso de que somos livres".
"Liberdade é pouco.
O que desejo ainda não tem nome".
"O que eu sinto eu não ajo.
O que ajo não penso.
O que penso não sinto.
Do que sei sou ignorante.
Do que sinto não ignoro.
Não me entendo e ajo como se me entendesse".
Clarice Lispector
Esse blog é para expor meus pensamentos sobre variados temas: situações do dia-a-dia, atualidades, poesia... Sim, poesia. Quero através da escrita tentar resgatar esse meu lado perdido e enferrujado que ainda faz parte de mim.
E para encerrar esse post introdutório, quero deixar aqui alguns trechos da maravilhosa Clarice que sempre soube me entender tão bem:
"Sou como você me vê.
Posso ser leve como uma brisa ou forte como uma ventania,
Depende de quando e como você me vê passar".
"E se me achar esquisita,
Respeite também.
Até eu fui obrigada a me respeitar".
"Acho que devemos fazer coisa proibida - senão sufocamos.
Mas sem sentimento de culpa e sim como aviso de que somos livres".
"Liberdade é pouco.
O que desejo ainda não tem nome".
"O que eu sinto eu não ajo.
O que ajo não penso.
O que penso não sinto.
Do que sei sou ignorante.
Do que sinto não ignoro.
Não me entendo e ajo como se me entendesse".
Clarice Lispector


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